Dia Mundial dos Animais serve de reflexão para os cuidados com os bichinhos
04/10/2012
Em 2011, foram registrados 98 milhões de animais de estimação no Brasil, segundo a Anfalpet, o que faz do País o segundo maior do mundo em população de cães e gatos.
Hoje é comemorado o Dia Mundial dos Animais. A data foi instituída porque 4 de outubro é dia de São Francisco de Assis, o santo protetor dos bichinhos. O dia, porém, não deve ser de muitas comemorações, pois Manaus ainda possui uma população de 80 mil animais de rua e o abandono ainda é um ato freqüente, estima o diretor do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Francisco Zardo.
São dezenas os pedidos que chegam diariamente ao CCZ para entregar animais, diz Zardo. “Não há um dia que não recebamos uma chamada. Uma pena que não podemos atender a todos, já que nossa lotação está quase sempre esgotada, pois as saídas de animais não conseguem ultrapassar as entradas”, lamenta.
O Centro recebe bicinhos vítimas de maus tratos, considerados empecilhos pelos donos ou encontrados a vaguear na rua.
Em 2011, foram registrados nada menos do que 98 milhões de animais de estimação no Brasil, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação (Anfalpet), o que faz do País o segundo maior do mundo em população de cães e gatos.
Adote com carinho e responsabilidade
Se por um lado existem animais abandonos e que sofrem maus tratos, por outro, existem pessoas interessadas em ajudar e trabalham participando de ONGs. Outras ainda ajudam com um simples gesto: o da adoção.
Gesto nobre que foi posto em prática pela auxiliar administrativa Érika Cunha, que levou para casa dois gatos ano passado doados por uma amiga. “Sempre gostei de animais. Adotar é uma forma muito boa de a pessoa dar carinho e oportunidade a eles de terem um lar”.
Jaqueline Canizo, presidente da Ong ComPaixão Animal que trabalha com resgate, cuidados e adoções de cães e gatos, acredita que o governo deve melhorar as políticas públicas para sensibilizar a comunidade sobre a responsabilidade de criar um animal doméstico.
“Vejo cachorros espancados, atropelados, mutilados, e até sexualmente abusados. Muitos donos costumam largar o bicho não rua quando ele está velho não “serve” mais . É triste”, lastimou.
São dezenas os pedidos que chegam diariamente ao CCZ para entregar animais, diz Zardo. “Não há um dia que não recebamos uma chamada. Uma pena que não podemos atender a todos, já que nossa lotação está quase sempre esgotada, pois as saídas de animais não conseguem ultrapassar as entradas”, lamenta.
O Centro recebe bicinhos vítimas de maus tratos, considerados empecilhos pelos donos ou encontrados a vaguear na rua.
Em 2011, foram registrados nada menos do que 98 milhões de animais de estimação no Brasil, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação (Anfalpet), o que faz do País o segundo maior do mundo em população de cães e gatos.
Adote com carinho e responsabilidade
Se por um lado existem animais abandonos e que sofrem maus tratos, por outro, existem pessoas interessadas em ajudar e trabalham participando de ONGs. Outras ainda ajudam com um simples gesto: o da adoção.
Gesto nobre que foi posto em prática pela auxiliar administrativa Érika Cunha, que levou para casa dois gatos ano passado doados por uma amiga. “Sempre gostei de animais. Adotar é uma forma muito boa de a pessoa dar carinho e oportunidade a eles de terem um lar”.
Jaqueline Canizo, presidente da Ong ComPaixão Animal que trabalha com resgate, cuidados e adoções de cães e gatos, acredita que o governo deve melhorar as políticas públicas para sensibilizar a comunidade sobre a responsabilidade de criar um animal doméstico.
“Vejo cachorros espancados, atropelados, mutilados, e até sexualmente abusados. Muitos donos costumam largar o bicho não rua quando ele está velho não “serve” mais . É triste”, lastimou.
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